Como comecei a correr para cuidar da minha saúde

Como comecei a correr para cuidar da minha saúde

Quem me acompanha sabe que descobri uma síndrome do pânico. Decidi expor o meu problema por acreditar na importância de quebrar o rótulo de que depressão e ansiedade são casos de vergonha. Pelo contrário! Somos fortes. Recebi cada mensagem linda e testemunhos emocionantes e muito particulares. Obrigado pela confiança!

A questão deste post é mostrar que precisamos lutar. Os remédios ajudam, mas não resolvem os problemas. Dizem que sim, mas a nossa reação fala muito mais alto que ficar dependente daquele danadinho pequenininho. É preciso dar um grito! Levantar! Se está insuportável, olhe para o seu filho e busque força!

Vamos lá!

Publiquei recentemente nas minhas redes Pai tem que fazer de tudo que comprei camisas, bermuda e até um relógio para marcar o tempo das atividades. Comecei a correr! Ah, o tênis, eu “roubei” um par da Tereza. Sim, calçamos o mesmo número. Casal perfeito, né? Fiquei uma semana ensaiando para sair e correr pela praça e pista ali do bairro Santa Efigênia em BH. Enrolei… arrumei desculpas. Mas fui!

Sexta-feira, 31 de março, 18h20, cheguei em casa e coloquei o uniforme de corrida. Não pensei em nada. Foi na raça para não ficar arrumando desculpas. Como já era noite, preferi ir à Praça, onde tinha uma galera cumprindo seus desafios particulares. Cada um com o seu objetivo. Emagrecer, ficar fortão, fazer amigos … Emocionante, né? Um monte de “histórias correndo.”

E eu querendo voltar a ser o “atleta” Bruno de 20, 25 anos atrás, onde jogava bola, na hora do aquecimento era o único que dava a volta no quarteirão e o resto da turma ficava me esperando passar, tocava campainha na casa dos vizinhos e saia correndo como um jato (não façam isso em casa; somente pra profissionais) e adorava academia. Nossa como me sentia bem!

Corri domingo na pista pela manhã e foi tranqüilo. Já segunda, passei a tarde com muita falta de ar, mas cheguei em casa, comi algo e NÃO DESISTI. Fui correr! Hoje, quarta-feira, escrevendo este texto, tenho mais um desafio de chegar em casa, trocar de roupa, correr, tomar banho, cuidar do Samuca também e ficar com a família fazendo teatrinho com bonecos antes de dormir. São 3 KM por dia… 30, 40 minutos só pra mim. Quero muito deixar os remédios, porém será conseqüência dos meus atos.

IDENTIFICOU-SE COM O TEXTO? Vamos! Saia da zona de conforto! Não somos fracos! Não precisa de academia chique. Ande pela rua! Sabe de uma coisa?! Toque campainha e saia correndo! Chame um vizinho! Leve o cachorro para dar um passeio. NÃO É FÁCIL…MAS ESTOU NA LUTA!

Última coisa: em breve, quero mostrar avanços na minha alimentação. Não tenho novidades. Continuo comendo mal…. Quero mudar!

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Quem me acompanha sabe que eu descobri uma síndrome do pânico. Então, comecei a correr para cuidar da minha saúde, lutar contra a síndrome e conseguir me livrar dos remédios.
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Pai tem que fazer de tudo
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Bruno M. Santiago

Bruno M. Santiago

Sou o Bruno, apaixonado pela esposa, Tereza, enlouquecido pela oportunidade de ser pai do Samuca. Com este sentimento inexplicável, decidi criar uma rede formada por PAIS.

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